Por Renniê Paro

Ok, eu sei que já é quase quinta-feira. Confesso que minha semana começou caótica e mal tive tempo para sentar em frente ao note para escrever o que quer que fosse (todos vocês devem passar por dias parecidos, né?). Mas, aposto como o post de teatro fez falta rs.

Hoje vou falar sobre uma coisa muito comum, mas que muitas vezes passa despercebida aos nossos olhos. Quem não tem alguma mania que atire a primeira pedra! Roer unhas, enrolar o cabelo nos dedos, morder a tampa da caneta…enfim, são inúmeras as esquisitices nossas de cada dia. Sempre que estou distraída começo a morder o cantinho da boca e puxar as famosas “pelinhas”, sabe?! Confesso, sei que é feio, mas é mais forte que eu.

Semana passada fui assistir a uma peça que me fez refletir justamente sobre o limite entre uma mania inocente e uma verdadeira obsessão. Sem Medida retrata a trajetória de vida de três personagens interligados. A obsessiva por comida, o outro por sexo e a terceira por emagrecedores e bebidas alcoólicas, uma combinação que pode ser fatal.

Uma comédia muito boa, recomendo a todos que desejam dar boas risadas. Mas fica também uma reflexão sobre algumas de nossas atitudes. Devemos parar e dar uma olhadinha em nossos hábitos para perceber quando as coisas passaram do limite e podem nos fazer mal. Comer compulsivamente, tratar o sexo como solução para qualquer problema que apareça ou mesmo se enxergar fora dos padrões impostos pela ditadura da beleza, podem fazer com que preparemos armadilhas para nós mesmos.

Fica aqui então duas dicas:

  • Manias bobas e inocentes estão liberadas, mas fique atento quando isso fugir ao seu controle;
  • Corra para o Frei Caneca e assista Sem Medida, aposto como não irá se arrepender