por Juliana Maffia

Cassie Wright quer bater um recorde mundial. Fazer um filme pornô com o maior número de cenas de sexo, com homens distintos. São 600 homens esperando para encenar com uma das mais famosas estrelas pornôs da indústria. Entre eles estão três candidatos: o Sr. 72, um garoto que pensa ser filho da atriz; o Sr. 600, ator que levou Cassie ao mundo da pornografia e o Sr. 137, ator falido de Hollywood que busca fama a todo custo. São estes três personagens, mais a assistente de Cassie, Sheila, que contam a história em Snuff.

Snuff é assim, completamente maluco. E quem foi capaz de escrever um livros desses? Chuck Palahniuk, mais conhecido como o homem que escreveu >> O CLUBE DA LUTA. Pois é, Snuff serve para provar que Palahniuk é um cara de muitas ideias genias, e este livro não é a única. Ele escreveu vários outros livros completamente inusitados.

O autor conta uma história por meio de diversas vozes e perspectivas. O mais legal é que este pode até ser seu chamariz, mas sua leitura vale a pena até o final. Ele entrelaça a história dos narradores, explicando o porquê deles estarem lá, o porquê de quererem a atenção de Cassie. E, por trás de tudo isso, existe a possibilidade de que um deles queira matar a atriz. O final é um dos pontos fortes do livro. Daqueles finais em que você diz: “Nossa como não pensei nisso?”.

Logo mais Snuff vai ter seu próprio filme, com Daryl Hannah no papel de Cassie. Mas, antes de assistirem o filme, leiam o livro! 😉

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