Por Renniê Paro

Acho que estou “in Love” esta semana, só pode! Na segunda comentei um filme sobre como as mulheres gostam de se iludir e fantasiar as relações amorosas. Hoje, dia do meu querido teatro, vou escrever sobre uma peça que vi há algum tempo e retrata muito bem a vida de inúmeras mulheres solteiras em todo o mundo: a incansável busca pelo grande amor.

Em “Os Homens São de Marte e é para lá que eu Vou”, Fernanda, personagem de Mônica Martelli, é uma jornalista (coincidências existem? rs), de 35 anos, solteira, que atua na área de eventos organizando festas de casamento. Com muito humor a personagem retrata histórias de aventuras, encontros, desencontros, solidões, equívocos, adrenalinas, ilusões, alegrias e dúvidas.

A montagem faz uma crítica ao comportamento e a certos valores da sociedade. É uma visão bem-humorada desta mulher do terceiro milênio: independente, bem sucedida e com dificuldades de encontrar um homem que saiba compartilhar desta liberdade.

Fernanda está em busca do amor e se envolve tão intensamente com os vários tipos de homens que chega a absorver o jeito de cada um, pensando desse modo ter encontrado o que sempre procurou. Para ela, cada homem que encontra pode ser seu grande amor, quem sabe?!

O mais legal de tudo é que a máxima “Quando você menos esperar o cara certo aparece” é verdade! Ironias da vida (que eu adoro)! A mensagem mais importante é: antes de amar alguém, é preciso saber amar a si mesmo. É como diz a música Greatest Love of All, da Whitney Houston: “The greatest love of all is easy to achieve learning to love yourself, it is the greatest love of all”, ou seja “O maior amor de todos É fácil de alcançar aprendendo a amar a si mesmo, este é o maior amor de todos”. Pense nisso😉

PS: a peça está de volta à São Paulo, em curtíssima temporada (24 e 25 de junho) no CitiBank Hall, uma ótima pedida!