Por Fernanda Beziaco

Chegou mais uma sexta! Hoje vou falar sobre dois livros distintos, porém que tem o mesmo cenário: A Segunda Guerra Mundial.

Vamos começar com O Pianista. Este livro, auto biográfico, narra a história de Wladislaw Szpilman, um talentoso pianista judeu que sobreviveu à Alemanha Nazista, ao Gueto de Varsóvia.

A vida de Szpilman foi adaptada para o cinema, e devo dizer que o filme é tão emocionante quanto o livro. Sua luta pela sobrevivência é emocionante e mórbida. Enquanto tenta desesperadamente manter-se vivo, o mundo a sua volta vai desmoronando.

O mais interessante nesta história é a passagem cronológica do tempo. A narração faz uma linha quase perfeita dos acontecimentos da segunda guerra, claro que na visão do autor, porém você compreende completamente o desenvolvimento da guerra, do início ao fim.

O livro é capaz de extrair algumas lágrimas, se você realmente mergulhar na história.
Agora, vamos ao A menina que roubava livros, de Markus Zusak. Já falei sobre um livro deste autor aqui no Matraca, mas este é um livro completamente diferente.

A menina que roubava livros é narrada por ninguém menos que a Morte. Ela conta a história de Liesel, uma menininha que se depara com a Morte em algumas ocasiões.

Liesel descobre-se apaixonada por livros, por roubá-los, mesmo em meio a sua vida conturbada.

Primeiro a menina perde seu irmãozinho, depois é deixada por sua mãe. É “adotada” por um casal muito peculiar na rua Himmel e se torna amiga de Rudy e do judeu Max, que vai morar em seu porão.

Com o passar do tempo, a Guerra ficando cada vez mais intensa, mudanças acontecem na rua de Liesel.

E, somos envolvidos pela poesia de Markus, ficamos tensos e eufóricos a cada página. No entanto, é uma história triste, mas que nos deixa sem palavras. É uma leitura inesquecível.

Se vocês já leram livros sobre a Segunda Guerra Mundial, conte pra nós.

Até a próxima sexta!

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