Por Renniê Paro

Quem, nos dias atuais, não ouviu ao menos uma vez a palavra “homofobia”? Sim, aposto que muitos de vocês. Ela significa uma das piores coisas que ainda persistem na sociedade, o preconceito. Nesse caso, o preconceito contra os gays.

Vemos em telenovelas, nos telejornais e mesmo entre amigos casos cada vez mais bizarros de pessoas que se julgam superiores às outras devido sua orientação sexual.

Um espetáculo muito bom e chocante é o “Luiz Antonio, Gabriela”. A peça retrata uma história real de sexualidade e intolerância. Com um texto baseado no relato da vida do irmão do ator Nelson Baskerville, a montagem retrata a vida de um travesti de meia-idade que, posteriormente, se torna uma figura conhecida no exterior sob o codinome Gabriela.

A partir do dia 12 de janeiro todos podem ver a reestreia da peça, que já esteve nos palcos paulistanos, na Funarte, no centro de São Paulo.

Acredito que peças assim são fundamentais, não apenas do ponto de vista lúdico de montagens e dramaturgia, mas sob o ponto educacional também. É importante a demonstrar o que caracteriza uma pessoa. Não é sua cor de pele, tipo de cabelo, raça ou orientação sexual, mas sim seu caráter.