por Juliana Maffia

Norma Jeane Mortensen aka Marilyn Monroe

Na mesma época em que James Dean enlouquecia as meninas norte americanas, havia uma loira que fazia o mesmo pelos homens. Estou falando do eterno símbolo sexual americano, Marilyn Monroe. A atriz, que morreu cedo, aos 36 anos, será homenageada em mostra e exposição realizada pela Cinemateca, em São Paulo. A exposição reunirá 125 obras sobre a estrela, mas o foco deste post é chamar atenção à mostra, com início no dia 4 de março, ela acontecerá junta à exposição e traz diversos filmes com participação de Marilyn.

São eles as comédias O Pecado Mora a Lado e Quanto mais quente melhor, ambas dirigidas por Billy Wilder. Nos dois longas Marylin faz a loira supostamente ingenua, porém sexy. Nesta lista, encontra-se o famoso drama A Malvada protagonizado por Betty Davis e dirigido por Joseph L. Mankiewicz, no qual Marilyn faz apenas uma pequena ponta. Destacamos também o último longa finalizado pela atriz, antes de ela falecer de forma misteriosa, chamado Os Desajustados e co-protagonizado pelo igualmente famoso Clark Gable.

Serviço –  Exposição Quero Ser Marilyn Monroe!

Data: 4 de março a 1º de abril
Endereço: São Paulo, Cinemateca Brasileira (Largo Senador Raul Cardoso, 207, Vila Clementino)
Preço: Entrada Gratuita

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Por Juliana Maffia

Simplesmente Amor!

Um filme Natalino diferente de todos os outros (pelo menos quando ele foi lançado)! Nesta época, eu poderia falar sobre Esqueceram de mim, mas, como todos já se apaixonaram por Macaulin Kulkin, eu não preciso falar bem dele por aqui, não é?! Neste Natal, na hora de assistir a algum filme, escolha uma comédia romântica inglesa, vai te fazer bem, eu garanto.

É difícil contar o enredo desta história. São diversos personagens que, de uma forma ou outra, estão ligados. Com eles, vivemos as cinco semanas que precedem o Natal. São histórias de todos os tipos, casais que terminam, ou começam, um relacionamento. Crianças que encontram seu primeiro amor. Pais que precisam reconstruir suas vidas. Amores não correspondidos. Mas a mensagem, mesmo sendo óbvia, é a mesma em todas as histórias: Natal é uma época de amor.

Como os ingleses transformaram esse tema em um filme de humor? Bom pergunte ao roteirista e diretor Richard Curtis. Acostumado a escrever roteiros, Curtis criou uma história exemplar. Quanto à direção, ele foi um dos primeiros a criar um filme com diversas histórias que se misturam (outro longa assim é Crash – No Limite).

O que faz do filme especial é a quantidade de atores fantásticos participando. As melhores atuações ficam a cargo de Emma Thompson, Alan Rickman, Rowan Atkinson, Bill Nighy e Hugh Grant (eu poderia incluir nesta lista diversos outros nomes). Todos os atores são muito bons com comédia e por isso se destacam. Se você não entende de humor inglês, é melhor deixar este filme pra lá…

Por Mariana Bernun

Olá Matraqueiros! É um prazer começar a semana com vocês na editoria emprestada da Ju Maffia.

Quando fui convidada a escrever em cinema, pensei em uma infinidade de filmes que eu poderia indicar, mas lembrei de um em especial que, além de ser brasileiro, arrancou muitas risadas enquanto assistia. O filme a que me refiro é Quincas Berro D’Água, uma hilária comédia lançada em 2010 e com ótimo elenco. Mas vou logo avisando, se você é um apaixonado por Jorge Amado não vá assistir ao filme com a certeza que terá uma fiel adaptação, pois isso não acontece.

É indiscutível que o livro “A morte e a morte de Quincas Berro D’Água”, de Jorge Amado é ótimo, mas o filme não se apega a tantos detalhes da obra e há quem diga ele perde a transição. No entanto, com as gargalhadas que o cinema dava a cada cena eu só posso ter a certeza de que o filme foi um sucesso.

A trama se passa em Salvador quando Quincas (Paulo José), um funcionário público que largou a família para viver na esbórnia, é encontrado morto. A esposa (Mariana Ximenes) ao saber tenta de todas as formas fazer um enterro que apague a má fama do arruaceiro para não mostrar a verdadeira identidade do esposo à sociedade burguesa a qual ela vive. Isso seria possível se os amigos de Quincas não o roubassem do velório a fim de dar ao morto uma última noitada pelas ruas noturnas de Salvador. Imaginem só, quatro homens e um morto na bebedeira, farra e orgia, daí matraqueiros, já se tem uma ideia da comédia que vem pela frente. Importante ressaltar a ótima interpretação de todos os atores em especial de Paulo José que fez um excelente trabalho como protagonista.

Além de ser um filme para rir passa também um pano de fundo muito legal sobre a importância da amizade, da crença e faz uma crítica à burguesia.

Veja o trailer

Para quem não assistiu ao filme tem dele disponível nas livrarias: Cultura e Saraiva

Por Fernanda Beziaco

Leitores, que falta senti de vocês! Parece que faz um século que não escrevo aqui no blog.

Deixe-me justificar a ausência: estive viajando a trabalho na semana passada e não tive tempo para postar, mas estou de volta e vou falar de um livro muito bom do rei do mistério, Stephen King.

O livro em questão é “A maldição do Cigano”, uma trama muito louca escrita por King em 84, mais velho que eu este livro!!!

A história conta sobre Billy Halleck, um advogado gordo e bem sucedido, que é amaldiçoado por um cigano.

Em alguns momentos, confesso que achei uma comédia, mas…

Vamos lá, vou contar como ele foi amaldiçoado e porque:

Estava Helleck dirigindo com sua amada esposa Heidi ao seu lado, de repente, a esposa carinhosa resolve lhe fazer um agrado. Enquanto ele dirigia, sua esposa o amava. Resultado? Ele gozou e ao mesmo tempo atropelou uma velhinha, mas não qualquer velhinha, uma cigana.

Ai é que começou o problema, porque Helleck foi a julgamento pela morte da cigana velha, mas o juiz (seu amigo) o absolveu e, o marido da velha foi lá amaldiçoar ele.

O cigano tocou em Billy e disse apenas duas palavras: Mais Magro.

E ele começa a emagrecer, emagrecer, emagrecer.

O juiz que o absolveu também levou uma maldição pra casa, algo escamoso, meio peixe.

Enquanto perdia peso, Billy começa a ter conflitos com a esposa, com a filha, com os amigos, com todo mundo. Passa a acreditar de vez que a maldição era verdade. Prepara uma vingança.

E, se me permitem falar sobre o final, o final não é bom pra ninguém. Só pro cigano velho, e olhe lá!

O livro é bom!

Mórbido as vezes, engraçado também. Depende de como você lê…

É isso por hoje pessoal!

Se já leu, abra a matraca e se não leu, abra também.

Até a próxima sexta!

Por Juliana Maffia

Você sabe por quê uma rádio pirata se chama assim e como ela surgiu? Bom, segundo o filme Os Piratas do Rock, elas surgiram nos anos 60, na Inglaterra. O País poderia até ser a nação dos Beatles mas naquela década, a BBC (British Broadcasting Corporation) tocava apenas música clássica. Os ingleses, sedentos por algo diferente, “criaram” navios que tocavam rock 24 horas por dia. Eles eram piratas que navegavam os mares tocando rock. É a história destes piratas que conhecemos mais a fundo durante o filme.

O barco/rádio pirata pode ser encontrado, ancorado nos mares ao norte da Inglaterra. Uma característica marcante dele é a enorme torre que mandava os sinais de rádio para as casas em toda a Grã Bretanha. O diretor pinta um retrato bastante engraçado daqueles que ouvem a rádio. São crianças, hippies, idosos, adolescentes, freiras, enfim, Rock’n Roll é para todo mundo, isso fica claro. Mas, voltemos ao barco. O que há de mais interessante nele são as personagens, todos roqueiros com estilos distintos que se revezam em apresentar os programas da Rádio Rock.

A história começa com a chegada de Carl (Tom Sturridge) no barco. Carl acabou de ser expulso da escola e sua mãe o envia para passar um tempo com seu padrinho, Quentin (Bill Nighy), dono do barco. Viajamos por algum tempo com estes piratas conhecendo a história de todos, participando de alguns conflitos e, o mais recorrente, das vidas amorosas dos mesmos. Porém, o Governo Britânico não gosta de Rock, e muito menos destas rádios piratas. Portanto, eles fazem de tudo para acabar com as rádios, nem que acabem exterminando alguns piratas pelo caminho.

O longa foi escrito e dirigido por Richard Curtis, mesmo inglês por trás de Simplesmente Amor, Um Lugar Chamado Notting Hill e outras comédias românticas. Você vai ver no elenco atores dos filmes citados, como Bill Nighy e Emma Thompson. Outros grandes nomes participam, entre eles estão: o americano Philip Seymour Hoffman e o diretor de Thor, Kenneth Branagh. Como a história do filme, apesar de criativa, não é das melhores, quem acaba carregando todo o longa são estes atores. Todos eles vieram da comédia e criam personagens marcantes. Além disso, ele acertou em cheio quando nos trouxe cenas dos ouvintes da rádio, que não eram apenas roqueiros malucos e sim pessoas comuns.

Curtis falhou, pois, apesar de criar personagens interessantes, não aprofundou nenhum. Além disso, os poucos conflitos que levavam a trama adiante eram facilmente solucionados entre os piratas. Mas ele não pecou no final do filme que, como de costume, é feito para emocionar. A grande maioria de seus filmes terminam assim, com uma cena bastante emotiva e este não foi diferente. Tenham em mente que é uma comédia, mas foi este final que fez todo o resto do filme ser mais especial. Richard Curtis é o feijão com arroz do cinema inglês, mas isso não faz dele um mal cineasta.